O Centro Cultural Brasileiro apresentou a “História da escravatura do Brasil”, no mês que comemora-se a “história dos Negros” Nos Estados Unidos

A escravatura no Brasil começou no início dos tempos coloniais em 1532 e estendeu-se até 1888. Nestes três séculos e meio de escravidão a raça negra teve um papel importante no desenvolvimento econômico que começou da fase colonial e continuou após a independência.

        Os pretos, levados da África, atravessaram o Oceano Atlântico em condições terríveis em embarcações chamadas “navios pretos”. Há uma estimativa de 3.600.000 escravos africanos que chegaram no Brasil, distribuídos pelos séculos: 100.000 no século XVI, 600.000 no século XVII, 1.300.000 no século XVIII e 1.600.000 no século XIX.

Vieram de diferentes regioes e estágios diferentes da civilização e da cultura. Entraram  pelo os portos do Rio de Janeiro, Salvador, Recife e São Luis e uma vez que chegavam eram montados em um chack até que eram vendidos. Os preços eram de acordo com seu destino – os que iam para as minas, que necessitavam ser saudáveis, novos e fortes, eram mais caros.

O Sudanese Islamicos eram mais avançados do que os outros grupos e mais tarde seus líderes criaram os movimentos de rebelião e o quilombo” que foi chamado os lugares para onde os grupos de escravos fugiam.

No século XVII o “quilombo mais importante” foi nomeado Palmares no interior de Alagoas. Transformou-se no centro de resistência à escravatura. Uma figura legendária saiu desta luta contra a escravidão -Zumbi que tornou- se um herói desta resistência. Ele foi preso e executado em 1695. Em 1850 o tráfego dos escravos foi proibido, então iniciou-se a campanha a favor da abolição e tornou-se mais forte porque obteve o apoio dos intelectuais e dos políticos. Algumas leis aboliram os recém-nascido em 1871 e os idosos em 1885.

Durante a ausência do Emperor, a princesa Isabel, promulgou a “Lei Aurea” que aboliu os escravos. Isto provocou um caos econômico porque os fazendeiros não foram preparados para substituir o trabalho dos escravos por trabalhadores livres.

Hoje em dia reconhecemos a influência africana na cultura, culinária, música, dança, língua, vida social. Nós a vivemos diário em nossas vidas.

Aqui estão algumas das fotos tiradas no evento. O evento aconteceu no dia 8 de fevereiro no salão de festas La Renaissence. Gostaríamos de agradecer ao Senhor Willingham, Presidente do Urban League, pela a oprtunidade e a todos os voluntários do grupo de diversidade do centro cultural.

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